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Um tesouro único no mundo

Publicado 28 décembre 2014 per Andrea Rego  • 1 531 visualizações

Uma história verdadeira que mais parece um conto de . Um menino, brincando no sótão de casa, descobre uma velha arca. Ele volta várias vezes ao local, mas por um motivo qualquer a ignora. Até que anos mais tarde, lembra da visão e decide abrir o baú e o que descobre é um tesouro de valor incalculável.
Era inverno, de novo ele sobe as escadas e, desta vez, realiza que está diante do sonho de toda criança: descobrir um tesouro no seu sótão. Dentro da arca empoeirada, um povo imóvel, 180 personagens de apenas uma dezena de centímetros, minúsculos, intactos. Quem esculpiu as estatuetas? A quem pertenceu?

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Um imaginário saído da arca

Num castelo familiar do Var, no Sul da França, pequeno, Ivan Macaux se apercebe várias vezes, depois esquece por muitos anos, justo a uma noite de inverno em 2011. “A primeira vez que a vi, eu devia ter uns 7 ou 8 anos. Foi fantástico, porque de repente evoca um imaginário que sai desta arca. Para uma criança é bastante prodigioso”, conta ele, sem explicar por que a coleção foi por tanto tempo deixada no esquecimento.

A incrível história

Em 1937, Jules Le Bigot, bisavô de Ivan, é oficial em Xangai. Sua missão: defender a concessão francesa face aos ataques do Japão. Na região protegida, um orfanato jesuíta. Para agradecer o almirante, as crianças chinesas esculpem as estatuetas em madeira e lhe oferecem . Mais de 74 anos depois, esta coleção é tirada pela primeira vez da obscuridade de sua arca e expoÍsta ao grande público.

Valor inestimável

Cenas do cotidiano da China dos anos 1900: uma criança em plena recitação, outra comendo melancia em cor ainda viva. Suplícios de época e profissão de rua, como um barbeiro. A coleção chinesa foi fabricada uma única vez. Ela é ímpar e, portanto, não tem preço; a definição verdadeira da expressão valor inestimável. Mas seu proprietário não tem nenhum intenção de vendê-la. Ele prefere aproveitar com as pessoas. As estatuetas estão em exposição, até o próximo dia 15 de janeiro, no Museu de Tecidos e Decorativas de Lyon.

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