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Das melhores sensações que podemos sentir

Publicado 5 février 2015 per Andrea Rego  • 681 visualizações
Das melhores sensações que podemos sentir
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« Si », brasileuro.info desembarcou com os dois pés na América do Sul. E a ficou mais perto com a Amanda Nolêto, que compartilha as suas descobertas neste pais. Em mais uma crônica, nossa estudante de jornalismo fala do primeiro dia de aula na Universidade Pontifícia Bolivariana, na cidade de Montería, e desvenda o que a sua série de TV preferida tem a ver com este momento da vida dela. Acompanhe mais um capítulo da « saga » da Amanda pelo mundo:

Das melhores sensações que podemos sentir

Das muitas experiências que me aconteceram nesses últimos dias na Colômbia, preciso ressaltar uma que com certeza você já viveu – ou viverá – em algum momento da sua vida: o primeiro dia de aula!
Antes gostaria de compartilhar com vocês algo que senti esses dias. Desde muito cedo sempre fui viciada em séries, já tive várias, acompanhei muitas, comprei pencas delas, chorei com meus personagens favoritos e me revoltei com a grande maioria dos finais.
Dentro desse meu universo particular, escolhi assistir de novo uma de minhas séries favoritas, que de tanto tempo que vi, nem lembro mais dos capítulos. Escolhi trazer comigo para Colômbia a série “”, e vai parecer clichê, mas a história gira em torno da personagem que muda de cidade e vai construir uma nova história. Diferente do meu caso, vai atrás de um grande amor.
Enfim, relato isso apenas com o intuito de dizer que são essas pequenas coisas, das quais gostamos muito e que por um motivo ou outro nos afastamos, que nos puxam de volta para as melhores sensações que podemos sentir.
Ao terminar de assistir um dos capítulos essa semana, percebi que o dia estava escurecendo em Montería e que lá fora estava bem frio para os meus padrões. Havia começado uma chuva fina e de tão concentrada eu sequer percebi… Ao final de quarenta minutos de série, eu simplesmente parei para contemplar a beleza das coisas. Há muito tempo não sentia essa felicidade tão grande e tão simples, uma sensação tão serena… Daquelas que só Deus poderia me proporcionar! Tenho pra mim que ri com os lábios, com todo o corpo e com a mente. Parece simples! Mas na verdade, é mesmo muito simples.

Foi bem parecido com a sensação que senti quando cheguei para o primeiro dia na Universidade Pontifícia Bolivariana. Vale ressaltar que inicialmente estava caindo de sono porque diferente do Brasil, aqui na Colômbia as aulas começam às 6h da manhã, então demora um pouco para meu sistema pegar o ritmo. Fora o sono (que é natural do meu corpo) estava ansiosa, com medo, mas estava com uma felicidade de contagiar as pessoas.
E sim, minhas expectativas foram todas superadas! Consegui me apresentar para os outros alunos, consegui contar um pouco da minha vida para a professora, utilizei meu caderno novo e também todas as minhas canetas coloridas. Durante as explicações da professora, me perdi em pensamentos de como tudo me pareceu muito além do que imaginei viver aqui, tudo muito simples, muito fácil de lidar… E lá estava eu de novo a rir com os lábios, com o corpo, com a mente e agora, também com o coração.

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