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Portugal face à epidemia de legionella

Publicado 15 novembre 2014 per Andrea Rego  • 538 visualizações
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Uma de legionella, detectada na periferia de , preocupa as autoridades portuguesas. O é sem precedentes. Até o momento, foram registradas sete mortes, quatros casos grave em observação e 311 pessoas infectadas pela bactéria. Uma usina de adubo químico estaria na origem da contaminação.
Se o foco esta circunscrito às proximidades da cidade de , na periferia de Lisboa, a doença pode rapidamente se espalhar pelo pais. Alguns indivíduos foram hospitalizados nos locais onde se encontravam logo que os sintomas apareceram, quer dizer em cidades fora de Lisboa. Noticiais dão conta ainda que dois indivíduos infectados teriam partido à Angola e ao Peru. “Esta é uma das epidemias de legionella mais importantes da historia do pais”, publicou o seminário Expresso.
A Legionella pneumophila se desenvolve nas redes de agua doce naturais ou artificiais, de preferência em temperaturas elevadas, Ela se dissemina quando a agua é pulverizada no ar sob forma de gotas, via torres de aerorefrigeraçao, de termas ou mesmo no chuveiro. Algumas gotas inaladas são suficientes para contaminar um individuo, que desenvolve então uma infecção pulmonar. A doença pode ser fatal se não for detectada rapidamente ou se o individuo estiver com a saúde frágil.
O diretor dos serviços de saúde portuguesas (DGS), citado pelo jornal em linha O observador, garantiu, pelo menos, que os habitantes de Vila Franca de Xira podem tomar normalmente o banho, uma vez que a agua da região foi desinfectada e tratada com cloro.

Usina acusada

As suspeitas se voltam hoje para uma usina de adubos químicos da empresa Fabrica de Adubos de , na qual algumas cisternas abrigavam a bactéria, encontrada morta mas em quantidade importante. Um comunicado da administração da usina, citada no O Observador, precisa que” a empresa respeitou todas as obrigações impostas pela lei quanto à analise e o tratamento das agua utilizadas nas suas torres de refrigeraçao”. A usina, situada na cidade vizinha de Alverca, fechou suas portas desde que o primeiro caso foi descoberto entre os seus funcionários. Aguardando a conclusão de analises, os 400 operarios se encontram em suas casas até que a usina seja liberada pela autoridades de saúde.

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